quando dou, não tomo
multiplico, somo
amo, mas não domo
sou fada e gnomo
quando eu dou, eu como.

Silvia Sangirardi









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Amor Perfeito








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//Créditos






- Postado por: às 04h06 AM
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Eu sou verão e inverno. E ligeiramente primavera.

 

Sou Clarice Lispector,  Sou Van Gogh,  Sou Vange Leonel. Sou Florbela Espanca, Sou Veríssimo, Drummond. Sou Sai Babba. Sou Saramago, Sou Dalai Lama, Chico Xavier.

 

Sou pães, queijos e vinhos, os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta. Pois sou uma ilha a espera de visitantes...Sou cavalo, sou vento, sou mato .

 

Sou bala azedinha. Sou coca-cola.  Sou camarão à baiana. Sou filé com fritas. Sou morango com sorvete de creme.Sou Pão de queijo,  Do churrasco, sou o pão com alho.

 

Sou livros.Cd. Dicionários. Sou Perfume Dolce Gabbana pour homme, Sou Revistas. Sou Executiva. Sou Internet. Rádio. MPB. Sou Sexo, Cinema. DVD. Cinema. Teatro.

 

Sou azul. Sou casual, Sou blazer preto, Sou cabelo liso curtinhos e arrepiados, Sou jeans. Sou Zoomp e  Levis,  Sou ar condicionado. Sou avião. Sou jeep. Sou bicicleta. Sou pés descalços.

 

Sou tapetes e panos indianos.Sou Incenso, Sou abajur. Sou banho tinindo. Hidratantes. Não sou musculação, mas finjo que sou três vezes por semana. Sou mar. Não sou areia. Sou Grécia Salvador. Belém, São Luis, Imperatriz .

 

Sou cama, lençois macios e perfumados,  mais noite que dia , Do mato sou flor e borboleta, mais salgado que doce, mais música que silêncio, Sou mãos e massagens, com óleo e incenso.  mais champanhe que caipirinha. Sou esmalte fraquinho.Sou criança,Sou louca, Sou Rô. Sou delírio. Sou eu mesma. Sou provocação. Desafio. Sou fé. Sou EU!

 

 

 



- Postado por: às 03h53 AM
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Sou mulher
Vânia Moreira Diniz

Sou mulher faceira e sensual,
Meu olhar se concentra ardente,
Meus lábios pedem teu beijo,
Meu corpo pulsa por teus carinhos.

Sou mulher mimada, tão dengosa,
Moderna eu sou, mas feminina,
Voluptuosa logo me transformo,
Nos momentos de amor apaixonado

Sou mulher, lutadora independente,
Olho o mundo com otimismo e coragem,
Vou à luta e enfrento as intempéries,
Mas antes de tudo, me perco em teus braços...

Sou mulher, luto pelos meus direitos,
Proclamo a liberdade defendo a cidadania,
Mas antes preciso do teu carinho,
E me entrego inteira ao homem que eu amo...

Sou mulher e enfrento as tempestades,
Digo não nos momentos de nevascas,
Porém não consigo viver sem teus afagos,
E em meus desejos perco a lucidez...

Sou mulher, aprecio a luta e sou guerreira,
Admiro o horizonte, espero, sonho... Choro...
Enriqueço-me por ser feliz e ser mulher,
E deixo-me levar já rendida de desejo...

Sou lutadora... livre ... destemida
Mas Ardente, sensual...
Sou Mulher!!

♥♥

Confissões



Dizem que o amor é cego,
não nego,
por isso te abro os olhos:
não tenho bens nem alqueires,
eu não sou flor que se cheire,
nem tão boa cozinheira,
(bem capaz que ainda me piches
por só comer sanduíches),
minha p
oesia é fuleira,
tenho idéias de jerico,
um cio meio impudico
como as cadelas e as gatas,
às vezes me torno chata
por me opor ao que comtemplo,
sei que sou péssimo exemplo,
por pouca coisa me grilo,
talvez por mim percas quilos,
eu não sei se valho a pena,
iguais a mim, há centenas,
desejo te ser sincera.
Mas no fundo o amor espera
que grudes qual carrapicho:
são tão grandes meu rabicho
e minha paixão por ti,
que não estão no gibi...
Ao te ver, viro pamonha,
sem ação, e sem vergonha
o meu ser inteiro goza.
Por isso, pra encurtar prosa,
do teu corpo, cada poro
eu adoro adoro adoro...


Leila Micollis

 

 



- Postado por: às 03h50 AM
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Posse Intemporal


Fazer amor contigo
não é espelhar teu corpo nu
no vítreo do meu espaço
não é sentir-me possuida
ou possuir-te

É ir buscar-te
ao abismo de milénios de existencia
e trazer-te livre.


Manuela Amaral

 

 


 

 



- Postado por: às 02h18 AM
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Braile

 

 



Deslizo entre versos
Sem saber muito bem pra onde vou
Me perco entre as palavras
Que jogas no papel

Embaralho a fala
E jogo com os sentidos
Descubro novos prazeres
Antes inatingíveis
Ao teu lado

Te consulto feito dicionário
Pra encontrar sentido
No que sou

Tua escrita vira açúcar
Em meus olhos
E enfim te leio em braile
Pra sentir o doce de tua língua

Vini Cordeiro

 

 

 



- Postado por: às 01h34 AM
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Meu nome é Caio F. Moro no segundo andar, mas nunca encontrei você na escada

Por Caio Fernando de Abreu



Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas.
Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão.
No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa?
(Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.)
Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.
Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas caírem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã.

(O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 29/07/1987)



- Postado por: às 03h47 AM
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Desapego?

 

O que é Desapego?

 

Desapego não significa estar desligado do outro. Ao contrário, quanto mais desapegados formos numa relação, mais responsabilidade teremos por nossas atitudes mentais em relação ao outro. Isto é, quando nos responsabilizamos por nossos sentimentos, liberamos o outro de nossas expectativas insaciáveis. Ao passo que nos compromissamos com o processo de autoconhecimento, aumentamos o sentimento de respeito pelo outro. Por amá-lo, queremos poupá-lo das neuroses de nosso apego. Amar, segundo o budismo, é o desejo de ver o outro feliz. Neste sentido, liberá-lo de nossos medos e manias já é um bom modo de contribuir para a sua felicidade...

Então seria o desapego a melhor forma de apego? A forma (formula) do AMOR?!

 

RÔ (querendo desapegar, apegando)

 

Estas dúvidas foram oriundas de uns torpedos recebidos hoje...

(Totalmente reflexiva)

 

 

 

 



- Postado por: às 03h07 AM
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Meu corpo líquido sobre teu corpo manso e as mãos longas e diáfanas na ondulação marinha das correntes, na profundidade tranqüila do oceano. Meu corpo ave sobre teu corpo vento e os cabelos enredados em teus dedos na fúria insana da tempestade. Meu corpo santo sobre teu corpo arde e o dorso nu à espera do jugo e da força, do flagelo doce e urgente dos teus dentes. Meu corpo aberto sobre teu corpo leve e os seios brancos a passear por tua boca ávida, na umidade fresca da saliva.

 

                                                      

Ticcia

 

 



- Postado por: às 11h33 PM
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- Postado por: às 04h19 AM
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ACTO CRIADOR

 

Com gestos pagãos

dou forma-mulher

à tua estatura

e faço escultura

ao longo das mãos

Num golpe de mestre

renasço-te virgem

em obra criada

Já não és mulher

És só o fluido

que escorre de mim

ideia

vertigem

Depois uma fúria qualquer

começa a alastrar-se

em todo o teu corpo

Um vento selvagem

possui os teus braços

as pernas

o ventre

Um grito demente

percorre-te a voz

E és volúpia

o espaço

e a noite

 

 

Manuela Amaral

 

 

 

 

 

 



- Postado por: às 04h02 AM
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Veja!

 

 
A arte de ver

Das coisas visíveis e invisíveis
 
 

Certa vez perguntaram ao escultor Michelangelo como fazia para criar obras tão magníficas. “É muito simples”, respondeu Michelangelo. “Quando olho um bloco de mármore, vejo a escultura dentro. Tudo que tenho que fazer é retirar as aparas”. No fundo, a vida é a arte de ver além das aparências. A obra de arte de nossa existência está, muitas vezes, coberta por anos de medos, culpas, indecisões. Mas se nós decidirmos tirar estas aparas, se não duvidamos de nossa capacidade, seremos capazes de levar adiante a missão que nos foi destinada.
 
 
(Reflexão de Paulo Coelho)
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 



- Postado por: às 01h21 AM
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Elogio ao amor

 

 

 

 

 

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado do que quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Miguel Esteves Cardoso, in Expresso

 



- Postado por: às 05h24 PM
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Beijo

 

Um beijo de bucetas que se querem, que se comem é um beijo amado, um beijo intenso e este toque, este encaixe é de uma sintonia perfeita, porque este momento tem música, quando querem mais e mais e de repente falam da sua paixão com sons, melodias inesqueciveis, dai vem o cheiro, a mistura des sons, cheiros, desejos, tesão,  nos inundam de prazeres e gozos.

 

 By Rô

 

 



- Postado por: às 03h52 AM
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FRIENDS FOREVER

 

 

 

 

 

 

Como sempre, no final de ano é tempo de balanço, saldos, somas, multiplicações, dividas, dividendos e por ai vai, pensamos e repensamos e talvez continue tudo da mesma forma e de repente dê uma guinada e passemos a viver um sonho, uma realização, a nossa vida. Eu tenho vivido a minha vida plena, trabalhando, realizada, talvez uma das melhores fases apesar de muitos contratempos, mas o que seria da alegria ou tristeza se não tivessemos nossos contratempos?

Eu sou uma verdadeira Camaleoa , sou sim. Mudo meus estados em minutos, segundos e se agora digo que estou bem, de repente, repenso e digo que não estou.  
É...  talvez não, talvez esteja faltando  algo; o que? aí eu romantica e incorrigivel digo:

          FALTA UM AMOR,


mas falta? Já tive tantos amores, já fui muito amada, muitissimas vezes amada, absolutamente muito amada, absurdamente amada. Não tenho traumas, ex tragicas, peçonhentas rsrs (pq existem) enfim, sinto falta e pronto e sou daquelas que confessam que sentem falta de uma paixão.
De um despertar de uma Nova Paixão!

Mas aonde está o erro ou acerto? Porque a foto da SIL   aqui neste post?

 será Ela a mulher dos meus sonhos? poderia ser se estivesse em Sampa, pq e

Ela é uma daquelas pessoas, rarissimas de se encontrar, uma pessoa, meiga, linda ,amiga, verdadeira.

Ah VERDADEIRA, cheguei na palavra chave: Verdade, sinceridade, amizade.  Orkut é isto? foi o Orkut que me fez pensar em tudo isto. Porque estava me questionando se teria feito certo ou errado em ter saido do orkut, ai em seguida me vieram flashs dos momentos que vivi no Orkut. Lindos momentos, flertes, brigas, acertos, desacertos, desilusões, ilusões,  enfim, como tudo, tem o seu BEM e seu MAL.

Tá bom, BEM (boas rsrs) foram muitos, muitas. Mas sobraram poucas, era amizade? Não sei. Também se não era amizade, tira-se o nove fora e sobra pouco, muito pouco. Mas este pouco é muito quando se conhece pessoas como esta minha AMADA Amiga, que  ouve e cala. Amiga que sorri comigo, ESCUTA meu choro, chora, fala, emociona.

Esta é a Sil, então mil orkuts valeram a pena, mil msn. Porque na net temos preciosidade, temos perolas.

E ela é minha perola e de  muitas pessoas que a conhecem, Ela também é seletiva, do Mal? CAI FORA. Do Bem Fica e Permanece. E esta permanencia que precisamos queridas. Este querer.

 Na verdade conheci mulheres maravilhosas aqui , mas frias, tipo se não for pra namorar, não for de perto, da mesma cidade, então aquela amizade não rende muito,  porque não havia interesse.
As pessoas querem um amor, choram pela traição sofrida (e como há traição!) ficam olhando para seu umbigo, com dó de si mesmas.

Estava pensando nisto quando vim postar  e encontrei outra amiga que também saiu recentemente pelo mesmo motivo. As pessoas jogam, traem, se desculpam na irrealidade do virtual, se encontram e se perdem.

Não tive muitas experiências homo, tive poucas. mas eternas.  Muitas coisas do meio homo me decepcionaram, não que eu tenha vivenciado, mas escutei, li, muito,  e onde o amor de duas mulheres poderia ser mais lindo, mais vivido, esta se banalizando, tornando-se mesmices de relacionamentos heteros. Relacionamentos heteros que muitaz vezes são mais verdadeiros do que de iguais. Porque este amor diferente também ja vivi.

Então queridas, vamos ser nós mesmas, vamos buscar a nossa verdade, a nossa querencia, vamos ser reais dentro da irrealidade. Vamos ser intensas, viver o nosso amor sem traições, sem  falsas promessas.

VAMOS QUE VAMOS, PORQUE QUERO UM AMOR PRA CHAMAR DE MEU!

TE ADORO SIL!  

 

 Sua Aroin forever....

 

 

 

 

 

P.S (um segredinho....) Ela adora emoticons....

   

 



- Postado por: às 03h48 AM
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